Cidades Brasilândia - MS
LIRAa 2026 aponta alto risco de surto de arboviroses em Brasilândia; população deve intensificar eliminação de criadouros
O último Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti (LIRAa) , realizado entre os dias 25 e 29 de maio de 2026, acendeu o alerta em Brasilândia....
01/06/2026 12h55
Por: Redação Fonte: Prefeitura de Brasilândia - MS

O último Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti (LIRAa) , realizado entre os dias 25 e 29 de maio de 2026, acendeu o alerta em Brasilândia. O município apresentou alto risco para surto de arboviroses – dengue, zika e chikungunya – com Índice de Infestação Predial (IIP) de 4,7% , índice superior ao limite de 3,9% considerado como situação de alerta pelo Ministério da Saúde.

A ação imediata recomendada pela Secretaria Municipal de Saúde é a “faxina” doméstica e a atenção redobrada aos sintomas das doenças.

O QUE O LEVANTAMENTO REVELOU

Durante o LIRAa, foram inspecionados 443 imóveis (quarteirões sorteados por sistema, sendo trabalhados 50% dos imóveis por quarteirão). Os principais resultados foram:

DEPÓSITOS PREDOMINANTES

Os depósitos que mais concentraram focos foram pequenos e passíveis de remoção, como recipientes descartados de maneira incorreta – garrafas, potes, vasos, tampinhas e outros objetos que acumulam água.

Um dado alarmante: mais de 90% dos focos foram encontrados em residências comuns, e não em terrenos baldios. Isso significa que o combate ao mosquito começa dentro de casa.

O QUE A POPULAÇÃO PODE FAZER

A Secretaria Municipal de Saúde reforça as orientações:

1. Faça sua parte em casa:

2. Cuidados com a saúde:

3. Ações do município:

COMPROMISSO DA GESTÃO

A Secretaria Municipal de Saúde já intensificou as ações de vigilância e controle vetorial, com foco nas áreas de maior infestação. No entanto, o poder público não vence essa batalha sozinho.

“O LIRAa mostrou que o mosquito está dentro das casas. É ali que a gente precisa agir. A Prefeitura faz a sua parte com visitas, mutirões e aplicação de inseticida, mas a eliminação dos criadouros depende de cada morador. Não adianta só o poder público. É preciso que cada família reserve 10 minutos por semana para vistoriar o quintal e eliminar qualquer água parada”, destacou o coordenador do Núcleo de Endemias, Carlos Rodrigues.

SERVIÇO

O mosquito não dá trégua. A gente também não. Faça sua parte!

Fonte:Assessoria de Comunicação

Autor:Assessoria de Comunicação

Local:Brasilândia (MS)

Foto: Reprodução/Prefeitura de Brasilândia - MS
Foto: Reprodução/Prefeitura de Brasilândia - MS
Foto: Reprodução/Prefeitura de Brasilândia - MS
Foto: Reprodução/Prefeitura de Brasilândia - MS