Terça, 02 de Junho de 2026
16°C 27°C
Campo Grande, MS

Redução de chumbo em tintas segue para sanção

O projeto que reduz o limite permitido de chumbo em tintas e em materiais similares de revestimento de superfícies foi aprovado em Plenário nesta t...

02/06/2026 às 21h16
Por: Redação Fonte: Agência Senado
Compartilhe:
Novo limite proposto pela Câmara foi aprovado nesta terça-feira pelo Plenário do Senado - Foto: Carlos Moura/Agência Senado
Novo limite proposto pela Câmara foi aprovado nesta terça-feira pelo Plenário do Senado - Foto: Carlos Moura/Agência Senado

O projeto que reduz o limite permitido de chumbo em tintas e em materiais similares de revestimento de superfícies foi aprovado em Plenário nesta terça-feira (2). O PL 3.428/2023 , da Câmara dos Deputados, teve parecer favorável do relator, senador Laércio Oliveira (PP-SE), e segue para sanção presidencial.

O texto aprovado estabelece regras mais rígidas para o uso de chumbo, alinhando o Brasil aos padrões internacionais de proteção à saúde. A lei em vigor ( Lei 11.762, de 2008 ) permite um conteúdo de chumbo em tintas imobiliárias, de uso infantil e escolar, vernizes e materiais de revestimento de no máximo 0,06% (600 partes por milhão - ppm) em peso. O novo limite será de 0,009% (90 ppm), com exceções para tintas de uso industrial ou marítimo, como as usadas para evitar ferrugem ou a fixação de organismos em navios. Nesses casos, a concentração máxima permitida será de 600 ppm.

A proposição define responsabilidades de fabricantes e importadores e estabelece penalidades a quem descumprir as regras, como notificação, produto apreendido ou multa com valor equivalente ao da mercadoria apreendida.

Laércio destaca a importância do projeto, já que o chumbo é tóxico e as pessoas podem ser expostas a ele por meio da inalação ou ingestão de poeira decorrente da degradação de tintas aplicadas em paredes, janelas ou em escolas. Segundo ele, essa exposição pode comprometer o neurodesenvolvimento, afetar o crescimento e causar efeitos hematológicos, renais e cardiovasculares.

“A proposição reduz uma fonte evitável de exposição a metal tóxico, protege crianças, gestantes e demais grupos vulneráveis, fortalece a prevenção de agravos e atualiza o regime legal brasileiro em conformidade com parâmetros sanitários mais protetivos”, ressalta o senador.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Campo Grande, MS
19°
Tempo limpo

Mín. 16° Máx. 27°

18° Sensação
5.44km/h Vento
49% Umidade
0% (0mm) Chance de chuva
07h07 Nascer do sol
18h05 Pôr do sol
Qua 26° 14°
Qui 29° 15°
Sex 30° 18°
Sáb 30° 19°
Dom 30° 19°
Atualizado às 21h01
Economia
Dólar
R$ 5,00 -0,01%
Euro
R$ 5,82 -0,05%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 352,343,10 -1,92%
Ibovespa
174,197,64 pts 1.16%