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Bittar questiona ações do governo para Amazônia e critica órgãos ambientais

O senador Marcio Bittar (União-AC) criticou, em pronunciamento nesta segunda-feira (9), organizações internacionais e ambientais que, segundo ele, ...

09/06/2025 às 15h39
Por: Redação Fonte: Agência Senado
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 - Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
- Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Marcio Bittar (União-AC) criticou, em pronunciamento nesta segunda-feira (9), organizações internacionais e ambientais que, segundo ele, não confrontam países como a China, principal emissora de CO2do planeta, mas atacam pequenos produtores da Amazônia.

— Cadê o poder do Estado? Porque quando essa turma que prende produtor rural, tira o gado que ele tem, tira o sustento dele e da família dele, sabe o que diz? "Nós estamos cumprindo a lei". Mas cadê a mesma força para combater o narcotráfico, para combater facção criminosa, para combater milícia? — indagou.

O senador também apontou a criação de reservas ambientais como fator que, segundo ele, retira poder dos governadores e prefeitos da Região Norte. Bittar afirmou que decisões são tomadas sem ouvir as populações locais e criticou a influência de ONGs estrangeiras na formulação de políticas públicas. Segundo ele, mais de 40% de áreas produtivas foram retiradas da economia. “Criaram leis e mais leis, reservas e mais reservas, segregaram o povo da Amazônia”, disse.

Bittar também mencionou reportagem do programa Fantástico, da TV Globo, sobre uma escola improvisada no município de Bujari (AC), e destacou a dificuldade de acesso à educação na zona rural. O senador afirmou que a falta de infraestrutura básica impede o transporte de merenda e medicamentos, e questionou a atuação do Ministério Público diante das limitações orçamentárias dos estados e municípios. Para ele, a ausência de estradas e serviços é reflexo de décadas de abandono.

— A Amazônia brasileira, quase que na sua totalidade, vive segregada, sem condições de trabalhar, sem condições de produzir e com os órgãos do governo mancomunados, não só com as ONGs, mas com muitos membros do Ministério Público, que proíbem que nós processemos a riqueza no meio ambiente da Amazônia brasileira. O resultado é o estado de calamidade que qualquer pessoa pode conhecer na Amazônia brasileira.

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